MAPINET – “perseguições dos tempos modernos”

MAPINET – Movimento Cívico Anti Pirataria na Internet – denunciou mais uma vez o site Wareztuga.tv. O site segundo os seus membros não aloja ficheiros ilegais. O site linka e usa programas, que qualquer programador pode usar, para ir aos sites onde o real “problema” está e é esse que deve ser atacado, caso a MAPINET queira realmente ir por esse caminho.

Podem ler mais aqui, no TugaLeaks.

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Liberdade – 38 anos depois

“Os donos de Portugal”, documentário que passará esta madrugada na RTP2, que se calhar quem o vir ficará intrigado, já eu não, devido à educação transmitida pelos meus pais. Será que os portugueses que votam, e também aqueles que habitualmente pertencem à abstenção, tem noção que muitos dos que governavam o NOSSO País à beira-mar plantado antes da revolução de Abril continuam por lá? Será que têm noção que durante estes 38 anos pós 25 de Abril os mesmos “desgovernantes” continuam por lá?

Pois, o infograma que poderão observar abaixo mostra isso mesmo, a movimentação dessas pessoas que realmente viveram acima das possibilidades no NOSSO País.

Deixo-vos um pequeno texto retirado do site do Público: “No centro desse centro esteve sempre a família Mello”, que há-de unir-se às famílias Champalimaud e Espírito Santo. A árvore genealógica da burguesia portuguesa mostra como o casamento é passaporte para assegurar a continuidade da direcção dos negócios e como o país económico é refém de “uma grande família”, afirmam. Já no Estado Novo, o documentário revela “uma amizade única” entre Salazar e Ricardo Espírito Santo, que se “reúnem ao domingo” e se “correspondem regularmente”. As famílias Champalimaud e Mello são à época, por exemplo, protegidas por regras alfandegárias que garantem mercados exclusivos.”

“Sob o regime da dívida, a própria democracia política é ameaçada.”

Portanto, continuem parados, continuem a dizer que se forem para lá outros tudo vai continuar igual… pois, tentem dar oportunidade aos outros e depois falamos! Seja como for, nunca percam uma oportunidade de mostrar a vossa indignação, e um dos modos de mostrar isso é VOTANDO!

Não fiquem parados! e valorizem a Luta que os nossos pais e avós tiveram para que nós tivéssemos um futuro melhor!

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Machine Gun Preacher – O rebelde salvador

Lembram-se do post sobre o Kony 2012, pois têm aqui um filme que conta uma história baseada em acontecimentos verídicos…

“A história de Sam Childers, traficante de droga, que muda a sua vida por completo e vai parar ao Sudão, onde encontra a sua missão: resgatar as crianças que foram forçadas a serem soldados pelos senhores da guerra.”

vale bem a pena ver este filme de 2h… com Gerard Butler no papel principal.

“Carpe diem”

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A evolução da Lua

Um video criado pela NASA que mostra a Evolução da Lua…

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Alemanha “rainha das dívidas”

O historiador Albrecht Ritschl evoca hoje em entrevista ao site de Der Spiegel vários momentos na História do século XX em que a Alemanha equilibrou as suas contas à custa de generosas injecções de capital norte-americano ou do cancelamento de dívidas astronómicas, suportadas por grandes e pequenos países credores.
Ritschl começa por lembrar que a República de Weimar viveu entre 1924 e 1929 a pagar com empréstimos norte-americanos as reparações de guerra a que ficara condenada pelo Tratado de Versalhes, após a derrota sofrida na Primeira Grande Guerra. Como a crise de 1931, decorrente do crash bolsista de 1929, impediu o pagamento desses empréstimos, foram os EUA a arcar com os custos das reparações.

A Guerra Fria cancela a dívida alemã
Depois da Segunda Guerra Mundial, os EUA anteciparam-se e impediram que fossem exigidas à Alemanha reparações de guerra tão avultadas como o foram em Versalhes. Quase tudo ficou adiado até ao dia de uma eventual reunificação alemã. E, lembra Ritschl, isso significou que os trabalhadores escravizados pelo nazismo não foram compensados e que a maioria dos países europeus se viu obrigada a renunciar às indemnizações que lhe correspondiam devido à ocupação alemã.

No caso da Grécia, essa renúncia foi imposta por uma sangrenta guerra civil, ganha pelas forças pró-ocidentais já no contexto da Guerra Fria. Por muito que a Alemanha de Konrad Adenauer e Ludwig Ehrard tivesse recusado pagar indemnizações à Grécia, teria sempre à perna a reivindicação desse pagamento se não fosse por a esquerda grega ficar silenciada na sequência da guerra civil.

À pergunta do entrevistador, pressupondo a importância da primeira ajuda à Grécia, no valor de 110 mil milhões de euros, e da segunda, em valor semelhante, contrapõe Ritschl a perspectiva histórica: essas somas são peanuts ao lado do incumprimento alemão dos anos 30, apenas comparável aos custos que teve para os EUA a crise do subprime em 2008. A gravidade da crise grega, acrescenta o especialista em História económica, não reside tanto no volume da ajuda requerida pelo pequeno país, como no risco de contágio a outros países europeus.

Tiram-nos tudo – “até a camisa”
Ritschl lembra também que em 1953 os próprios EUA cancelaram uma parte substancial da dívida alemã – um haircut, segundo a moderna expressão, que reduziu a abundante cabeleira “afro” da potência devedora a uma reluzente careca. E o resultado paradoxal foi exonerar a Alemanha dos custos da guerra que tinha causado, e deixá-los aos países vítimas da ocupação.

E, finalmente, também em 1990 a Alemanha passou um calote aos seus credores, quando o chanceler Helmut Kohl decidiu ignorar o tal acordo que remetia para o dia da reunificação alemã os pagamentos devidos pela guerra. É que isso era fácil de prometer enquanto a reunificação parecia música de um futuro distante, mas difícil de cumprir quando chegasse o dia. E tinha chegado.

Ritschl conclui aconselhando os bancos alemães credores da Grécia a moderarem a sua sofreguidão cobradora, não só porque a Alemanha vive de exportações e uma crise contagiosa a arrastaria igualmente para a ruína, mas também porque o calote da Segunda Guerra Mundial, afirma, vive na memória colectiva do povo grego. Uma atitude de cobrança implacável das dívidas actuais não deixaria, segundo o historiador, de reanimar em retaliação as velhas reivindicações congeladas, da Grécia e doutros países e, nesse caso, “despojar-nos-ão de tudo, até da camisa”.
por Fátima Doelinger, a 21 Junho 2011

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Jornalismo e Sociedade

   Ontem depois de assistir ao debate sobre o Futuro do Jornalismo no Auditório da UC constatei (mais uma vez) que andamos com 10 anos de atraso, claro que, 10 anos é uma força de expressão. É apenas a minha opinião! 😉

   E digo isto porque falavamos de jornalismo e de futuro, e de seguida olhamos para o site deste projecto e aparenta ser um site com pelo menos 5 anos de “velhice”. Se pretendemos encontrar um caminho para o jornalismo que alguns consideram estar a “morrer”, temos de procurar qualidade no serviço noticioso, qualidade na interpretação das noticias, não desistir da noticia até que a justiça seja feita (o público gosta de conclusões) e tudo isto feito de uma forma moderna e que cative o comum usuário de internet, ou seja, video e interactividade. Tirando este reparo, nada que não possa ser “corrigido”, acho que é uma projecto que faz todo o sentido já que  estamos num mundo em constante evolução, o que parece ser o futuro é na realidade o presente daí termos que sistematicamente em busca de um novo presente.

   Do restante que assisti, com umas propagandas pelo meio, o meu amigo/vizinho/colega Alexandre Gamela, teve a ovação da tarde quando fez a sua intervenção. É de gajos rijos como ele que os lideres deste tipo de projectos precisam de ouvir. Em genero de brincadeira, colocando à vontade meio auditório, começou por equiparar Freelancer a Desempregado e Falido, falou sério para quem quis ouvir. De seguida continuou dizendo aos muitos jovens alunos que lá estavam para não desanimarem, aconselhou a adquirirem um “tablet” da marca da maçã já que filma, edita e partilha melhor que ninguém, por isso será o melhor amigo do jornalista actual, e pronto… gostei!

   Aos que quiserem podem ver mais nos links abaixo.

   E… não fiquem parados!

   Entrevista a Adelino Gomes

   Blog do Alex Gamela

   Projecto Jornalismo e Sociedade

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Fórum “O Futuro do Jornalismo”

13 de Março, 14h30 ás 17h30, Auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra

Objetivo: perceber de que forma os jornalistas podem desenvolver o seu trabalho e permitir à sociedade civil dizer o que espera e o que deve exigir do jornalismo.

A iniciativa integra-se no projeto “Jornalismo e Sociedade” do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES) do Instituto Universitário de Lisboa. A equipa é coordenada por Gustavo Cardoso e inspira- se na prática de um projeto norte-americano denominado Pew Project for the Excellence inJournalism (Projeto para a exceléncia no jornalismo). João Figueira (docente da licenciatura em Jornalismo da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra) e Sara Meireles (docente da licenciatura em Comunicação Social da Escola Superior de Educação de Coimbra) são os dois responsáveis pela organização em Coimbra.

Adelino Gomes, Gustavo Cardoso e José ALberto Carvalho sâo alguns dos convidados da iniciativa, cuja entrada é livre e aberta a todas as opiniões.

O Mundo não pára, e tu?

retirado do site do IPC

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